Lembrei-me do bar Gama Café. Lá tem um desenho nas paredes feito pelo chargista Lor, onde seu personagem "Justiceiro Ideológico" grita: Luxo a todos.
O desejo de um artista.
Mas como cita "mui" bem meu amigo, o luxo e criatura, e isso me fez relembrar do celebre discurso de São Franscico de Assis -... As vestes do trigo.
Poderia criar um discurso fazendo criticas, ou questionando ordens econômicas, a questão classista, mas... pra aonde iria a poesia? Ela não se perderia num luxo caso houvesse um excesso de palavras?
Talvez citar alguma coisa seja a melhor “coisa” – Saramago: veja, repare o titulo dessa obra - Ensaio sobre a cegueira – na contra capa - "Se puderes olhar, vê. Se podes ver, repara."
Um comentário:
Rs... um riso.
Lembrei-me do bar Gama Café. Lá tem um desenho nas paredes feito pelo chargista Lor, onde seu personagem "Justiceiro Ideológico" grita: Luxo a todos.
O desejo de um artista.
Mas como cita "mui" bem meu amigo, o luxo e criatura, e isso me fez relembrar do celebre discurso de São Franscico de Assis -... As vestes do trigo.
Poderia criar um discurso fazendo criticas, ou questionando ordens econômicas, a questão classista, mas... pra aonde iria a poesia? Ela não se perderia num luxo caso houvesse um excesso de palavras?
Talvez citar alguma coisa seja a melhor “coisa” – Saramago: veja, repare o titulo dessa obra - Ensaio sobre a cegueira – na contra capa - "Se puderes olhar, vê. Se podes ver, repara."
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